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Governo economiza R$ 3,1 milhões com passagens aéreas

Medida iniciada em 2015 também desburocratizou e reduziu o prazo de emissão das passagens


publicado:
23/09/2016 16h46


última modificação:
23/09/2016 17h10

O governo federal economizou R$ 3,1 milhões, entre janeiro e junho deste ano, com o modelo de compra direta de passagem aérea. O Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle divulgou, nesta sexta-feira (23), o resultado de um estudo comparativo sobre o processo de aquisição atual e o anterior, por meio de agência de viagem.

Além de reduzir, em média, 20%, dos custos administrativos associados às aquisições, a medida iniciada em 2015 reduziu o prazo de emissão das passagens, que agora não precisa passar mais pelo intermédio de terceiros.

Até março de 2015, as passagens aéreas no governo federal eram compradas por intermédio de uma agência de viagens. A partir de abril, os bilhetes nacionais passaram, gradativamente, a ser adquiridos diretamente por cada órgão. Isso foi possível porque a Central de Compras credenciou quatro das maiores companhias aéreas do País.

Para realizar o estudo, Observatório da Despesa Pública (ODP) o dividiu em duas vertentes: comparação vertical e comparação horizontal. Na primeira, o objetivo foi identificar, entre um modelo e outro, em cortes temporais fixos (mesmo ano, mesmo mês ou mesmo dia), as diferenças no tocante aos preços, à antecedência do processo e ao prazo de emissão dos bilhetes. Já na segunda, o foco da abordagem foi o órgão que migrou para o novo modelo de aquisição, em momentos distintos do tempo (antes e depois da mudança) e como isso impactou no processo de compra e no valor das passagens.

Fonte: Portal Brasil, com informações do Ministério da Transparência, Fiscalização e Controle